Estudo de Ética Filosófica ou Filosofia Moral



ÉTICA FILOSÓFICA OU FILOSOFIA MORAL
Pe. Gilberto Lombardo Júnior
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Objetivo:
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Esta análise visa promover a formação de uma consciência ética cujos critérios e julgamentos morais não sejam fruto de uma mera repetição dos valores tradicionais cristãos ou de uma irreverência inconseqüente para com eles, nem do subjetivismo oriundo da cultura contemporânea e sim fruto de uma profunda reflexão a partir do estudo dos grandes filósofos, clássicos e contemporâneos, e de uma madura observação do tempo presente.
Será extremamente gratificante se este estudo ajudar a discernir a consciência dos valores morais e sua pertinência na determinação da melhor forma de ser e de agir em busca da Verdade, de uma autêntica felicidade e do amadurecimento da própria vocação.



Conteúdo:

Primeira Parte
INTRODUÇÃO A ÉTICA FILOSÓFICA


  1. A ÉTICA FILOSÓFICA
  2. A ÉTICA COMO ORDENAMENTO DA CONDUTA EM VISTA DO BEM DA VIDA HUMANA CONSIDERADA EM SUA TOTALIDADE
  3. A ÉTICA COMO FILOSOFIA PRÁTICA
  4. ÉTICA PESSOAL E ÉTICA POLÍTICA
  5. ÉTICA, METAFÍSICA E ANTROPOLOGIA
  6. A ÉTICA E AS CIÊNCIAS HUMANAS
  7. ÉTICA FILOSÓFICA E ÉTICA TEOLÓGICA
  8. A CONSTITUIÇÃO DA ÉTICA COMO DISCIPLINA FILOSÓFICA
  9. A EXPERIÊNCIA MORAL COMO PONTO DE PARTIDA DA REFLEXÃO ÉTICA
  10. A ABORDAGEM FUNDAMENTAL DA ÉTICA
  11. INTERPRETAÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO FILOSÓFICA DA MORAL



Segunda parte
O BEM HUMANO


  1. O PAPEL DA CONCEPÇÃO GLOBAL DO BEM HUMANO NA ÉTICA
  2. A PERGUNTA ÉTICA PELO A RESPEITO DO BEM HUMANO 
  3. AS OBJEÇOES CONTRA A FUNDAMENTAÇÃO DA ÉTICA NA CONCEPÇÃO PRÁTICA DO BEM HUMANO
  4. O CONTEUDO DO BEM HUMANO - ARISTOTELES
  5. O HEDONISMO
  6. O ESTOICISMO: A AUTARQUIA DA VIRTUDE
  7. O CETICISMO
  8. FIM ÚLTIMO E FELICIDADE EM SANTO TOMÁS DE AQUINO
  9. O SUJEITO MORAL
  10. INCLINAÇÕES, TENDÊNCIAS E PAIXÕES
  11. A PESSOA HUMANA ENQUANTO SUJEITO DE DESJOS E PAIXOES
  12. O DESEJAR HUMANO
  13. A AFETIVIDADE HUMANA: SENTIMENTOS E PAIXÕES
  14. A INTEGRAÇÃO DA AFETIVIDADE NA CONDUTA LIVRE
  15. A ESPECIFICAÇÃO MORAL DAS AÇÕES VOLUNTÁRIA
  16. A MORALIDADE DA AÇÕES COM EFEITOS INDIRETOS OU AÇÕES DE DUPLO EFEITO
  17. A INTEGRIDADE PSICOLÓGICA DA AÇÃO VOLUNTÁRIA E SUA IMPUTABILIDADE MORAL À LIBERDADE E OS HÁBITOS MORAIS
  18. AS DIMENSÕES DA LIBERDADEOS HÁBITOS MORAIS
  19. O APERFEIÇOAMENTO HABITUAL DA LIBERDADE MEDIANTE AS VIRTUDES MORAIS
  20. O ORGANISMO DAS VIRTUDES MORAIS
  21. CONSCIÊNCIA E MORALIDADE

BIBLIOGRAFIA


ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco. São Paulo: Nova Cultural,1999.
JOÃO PAULO II. Veritatis Splendor: Carta Encíclica.
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. Petrópolis:Vozes,1993.
LUÑO, Angel Rodrigues. Ética General. 4ª edicion. Navarra: EUNSA, 2001.
RATZINGER, Joseph. Ser Cristiano Em La Era Neopagana. 6ª edicion. Madrid: Encuentro, ?1992. P. 29-51.
BOYD, Ian. The Chesterton Rewiew. Vol. 1. Rio de Janeiro. Chesterton e os Contos de Fadas. 2009.
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FILMES SUGERIDOS
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As Crônicas de Nárnia – Trilogia – Baseado na obra de C.S. Lewis
Senhor dos Anéis –Trilogia – Baseado na Obra de Tolkins
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